Em meio a um cenário dominado por procedimentos invasivos, agulhas e padrões estéticos cada vez mais homogêneos, uma abordagem alternativa de rejuvenescimento facial começa a ganhar destaque no Brasil. À frente desse movimento estão as empreendedoras *Lívia Prevato* e *Juliana Garson, que defendem o **método RNA* como um terceiro caminho possível para o envelhecimento saudável: natural, ativo e cientificamente embasado.
Segundo elas, o método RNA surge alinhado a uma tendência crescente na literatura científica internacional: o uso de *massagem linfática, técnicas manuais e exercícios faciais* como estratégias eficazes para retardar o envelhecimento cutâneo, preservar a saúde da pele e manter a expressividade do rosto.
Uma revisão científica recente, focada em massagem linfática e atividade física, compilou dados de estudos clínicos e laboratoriais que avaliaram fluxo sanguíneo e linfático, estresse oxidativo, matriz extracelular, rugas e firmeza da pele. A conclusão é clara: a *massagem linfática regular ajuda a preservar a integridade estrutural da pele*, reduz edema, melhora a microcirculação e contribui para a sustentação da matriz dérmica — fatores diretamente ligados ao atraso no surgimento de rugas e flacidez.
Na prática, esses achados reforçam o racional de técnicas como a *drenagem linfática facial e a massagem manual* como parte de programas de rejuvenescimento não invasivos, exatamente o pilar central do método RNA.
Para Lívia Prevato, criadora do método após 17 anos de experiência clínica e estudos científicos, o RNA propõe uma ruptura com a lógica binária que por muito tempo dominou o discurso sobre envelhecimento: aceitar passivamente o tempo ou combatê-lo de forma agressiva.
“O RNA não paralisa, ativa. Não preenche, desperta. Não apaga, reconecta”, resume a a empresária.
A metodologia atua por meio de *estimulação manual, mobilização tecidual, ativação muscular e drenagem*, respeitando a fisiologia do rosto, o movimento, a circulação e a individualidade de cada mulher.
Segundo Juliana Garson, o foco não é esconder o tempo, mas *viver bem com ele*, mantendo expressão, viço e identidade.
As especialistas fazem questão de deixar claro que o método RNA *não é para todas as mulheres*. Não atende quem busca atalhos, milagres ou resultados artificiais e padronizados. Tampouco é indicado para quem acredita que o rejuvenescimento vem apenas de fora ou para quem teme sentir o próprio rosto em movimento.
Por outro lado, o RNA se apresenta como opção para mulheres que desejam *resultados reais, leves e coerentes, sem riscos ou efeitos colaterais, e que querem se reconhecer no espelho — não parecer outra pessoa. É uma proposta que une **base científica, propósito humano e autoestima viva*.
Em um momento em que a estética começa a dialogar mais profundamente com saúde, bem-estar e identidade, o método RNA se consolida como um reflexo dessa mudança: menos congelamento, mais consciência; menos intervenção, mais ativação. Uma abordagem que transforma o cuidado facial em um processo de reconexão com o próprio tempo.
